quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Inspirada na sofisticação dos cassinos a Forum lança sua coleção de inverno 2015

Mesmo com o novo filme de 007 estreando apenas em outubro – “007 Contra Spectre” têm previsão de chegar às telas dia 29 de outubro de 2015 – a Forum foi buscar inspiração no famoso agente britânico para criar sua coleção de inverno 2015. Dentro desse universo buscou como uma das referencias a elegância e sensualidade dos cassinos.


A marca, que celebra mais de 30 anos, firmou-se no mercado graças ao seu jeans que até hoje possui a melhor qualidade, durabilidade e caimento impecável. A Forum sempre investiu em pesquisas e no tratamento do tecido para que pudesse proporcionar as melhores peças ao publico.

E nessa nova coleção não foi diferente, mais uma vez ele ser o carro chefe da estação. Calças, bermudas, camisas e blasers surgem em lavagens diferenciadas como também a estética do jeans aplicado à malha, a influência do índigo e a alfaiataria em Denim.


O universo dos cassinos fica claro quando enxergamos as estampas do inverno 2015, com naipes de baralhos, conte ainda com uma forte presença rock nas peças. A novidade fica na linha esportiva, que aposta no mix de peças urbanas, com destaque na malharia. O tênis com textura do índigo já nasce como um hit para a próxima estação. 



Nas araras ainda podemos encontrar jaquetas, coletes em Nylon como também paletós em veludo alemão. 


Para a próxima estação a Forum traz uma cartela de cores básica, com pretos, cinzas e mesclas em contraste com o azul Royal, o verde, o vermelho “taranto” e as cores lavadas - verdes militares, caquis e laranjas queimados.


Mais uma vez a marca fez uma coleção elegante e sofisticada, esses que sempre foram os alicerces de posicionamento da Forum no mercado. 

iamamiwhoami: projeto audiovisual do duo sueco Jonna Lee e o produtor Claes Björklund

Já me perguntei isso algumas vezes: por que terras geladas possuem projetos experimentais tão bacanas? Falando bem por alto temos a dinamarquesa Ane Brun, a banda Gusgus, o grupo The Touch, o jovem Asbjørn, duo dinamarquês Noah, The Magnetic North – por sinal, vamos atualizar em breve o que eles andam produzindo. Enfim, o Noisemaker já pesquisou bons artistas que estão aquecendo a cena musical. 

E mais uma vez de uma terra fria vem nosso novo amor. É projeto de música eletrônica iamamiwhoami, da cantora sueca Jonna Lee e o produtor Claes Björklund. Eles misturam boa música e vídeos como bem eles se denominam são artistas multimídias. 


No inicio da carreira falava-se que eles eram um projeto de artistas famosos, como Lady Gaga, Goldfrapp, Björk, The Knife, Trent Reznor e Christina Aguilera, já que nos vídeos de divulgação não ficava claro quem estava cantando.


Foi quando lançaram as canções "b" e "o", que se descobriu a cantora Jonna Lee.


Donos de um Grammy Sueco na categoria "Inovação do Ano" (Årets Innovatör) eles hoje somam 3 álbuns, sendo o mais recente, “Blue”, lançado em novembro de 2014. Sites especializados classificaram como sendo o melhor da carreira de iamamiwhoami

O jornalista Evan Sawdey, do PopMatters, escreveu "não é apenas o registro mais gratificante na discografia do coletivo; é também um dos melhores álbuns lançados este ano". O importante site alemão Nothing but Hope and Passion disse esse ser “um trabalho totalmente elaborado com arte, os vídeos são fortes e as melodias pop harmoniosas”. Falando neles, os vídeos são assinados pelo coletivo sueco WAVE (Lee, John Strandh and Agustin Moreaux).


A união desses dois começou após a compositora Jonna Lee ter lançado alguns álbuns solos. Numa dessas conheceu o produtor Claes Björklund, com quem começou a se aventurar em novas sonoridades. O processo de formação do iamamiwhoami começou com "uma necessidade de mudança".

O projeto é totalmente independente, livre, como bem Joanna descreve. Tanto que no começo da história, eles queriam ficar anônimos. As primeiras faixas foram divulgadas via e-mail para jornalistas e blogs de música. Além da música, trazia um vídeo com uma mulher loira desconhecida cujo rosto tinha sido distorcido. Em 2012 Lee declarou que seu objetivo era “deixar o trabalho ultrapassar os limites convencionais”.  E o resultado rendeu, pois sites ficaram se perguntando – quem era aquela loira?


Todos os vídeos e álbuns constroem uma história e o duo utiliza muito a internet para propagar seu trabalho. “Toda vez que uma produção começa, ela é liberada logo depois para manter a conversa com nosso público. É uma história cronológica. Eu acho que a internet é o lugar onde você pode fazer isso. Quero romper muros entre os telespectadores e ouvintes”, clarou Lee sobre o processo de criação.


Com tantos detalhes, iamamiwhoami é mais que fascinante. Suas músicas que misturam batidas eletrônicas com boas doses de sintetizadores faz deles um dos achados mais que bacanas. Tem como não deixar de acompanhá-los nessa viagem?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A banda britânica The Prodigy promete álbum violento, agressivo e debochado

Esse blogueiro que aqui escreve tem uma ligação muito importante com o Prodigy. Primeiramente, pois graças ao incrível clipe “Smack My Bitch Up”, lançado em 1997, comecei a me interessar por música eletrônica.

Depois veio a faixa “Grils” - do álbum “Always Outnumbered, Never Outgunned”, de 2004. E quando estava no Rio fui convidado para assistir uma apresentação da banda britânica. Essa foi uma das minhas noites mais alucicrayzes (mas isso é outro papo).


Ouvi-los é relembrar o inicio do blog e principalmente meu amor a música eletrônica, que perdura até hoje. Saber que em março tem novidade deles nas lojas, não poderia deixar passar batido. 

Sim, Keith Flint, Liam Howlett e Maxim Reality estão prestes a lançarem seu sexto álbum, batizado de “The Day Is My Enemy”. Vale lembrar, o último trabalho produzido em estúdio havia sido “Invaders Must Die”, de 2009. 


Pelas faixas que estão disponíveis na internet, vem ai mais um projeto bem executado sem perder aquela essência punk eletrônica, agressiva e debochada. Já foram divulgados 3 singles, e com eles seus clipes, “The Day Is My Enemy”, “Nasty” e “Wild Frontier”.


Uma das preocupações desses caras sempre foram seus clipes, esses dirigidos por renomados nomes do mercado. Como o sueco Jonas Åkerlund, responsável pelo vídeo, até hoje comentado, “Smack My Bitch Up”. Em alguns países chegou a ser censurado graças às fortes cenas inspiradas na noite Londrina.


Wild Frontier” é o clipe mais recente desse novo CD - tem dois dias que foi lançado - e segundo release “traz um novo olhar ao clássico “Hunter becomes the hunted” e é assinado pelo holandês Mascha Halberstad em parceria com o animador Elmer Kaan”.


Sobre “The Day Is My Enemy”, que tem previsão de ser divulgado dia 27 de março, Liam Howlett declarou como sendo um álbum violento e prometeu que iria se destacar da maioria dos projetos de música eletrônica. “A cena EDM não nos incomoda. Nós estamos em zonas diferentes. Nós não fazemos esse tipo de música. Somos até fã de alguns. O mercado está carente de bandas como a nossa”.

Conversamos com Felipe Suetam, DJ que faz sucesso com seus sets delirantes

Poucas pessoas sabem, mas o Noisemaker trocou recentemente as pistas do Rio de Janeiro por Santa Catarina. E como novo no local fui conhecer a noite, suas festas e a música que anda rolando. Numa dessas andanças pelos clubs conheci o som do DJ Felipe Suetam.

Sua sonoridade é progressiva, animada, com doses obscuras e leve toque de electro house. O cara sabe deixar a pista no clima perfeito. A construção do set é incrível, são como historias bem contadas que merecem ser ouvidas.  

Pesquisando, soube que Felipe é um dos nomes mais requisitados do estado, além disso, o rapaz também é visto nas pistas mais bacanas do Brasil. E claro, de bobinho o Noisemaker não tem é nada, conversamos com Felipe sobre a noite, as festas e som que anda rolando pelas pistas daqui.


[Noisemaker]: Como morei por anos no Rio de Janeiro, venho percebendo uma diferença sonora muito grande nas pistas. Percebo que aqui "impera" o som mais progressivo, até um pouco de electro house. Qual fator para que isso aconteça em Santa Catarina?

[Felipe Suetam]: Em Santa Cataruna estão alguns dos melhores clubs do mundo, como exemplo o Green Valley. O público gay acabou não se limitando mais em ir apenas a lugares GLS e isso acabou acarretando trazer a EDM para as boates locais. Por aqui, é muito comum você ir à clubs “hetéros” e ver que o público gay predomina.  

[Noisemaker]: Você acredita que o público de SC seja mais exigente na hora de curtir uma festa? 

[Felipe]: Acredito sim. Pelo fato de termos o privilégio de ver grandes nomes da cena mundial com frequência isso acaba influenciando muito.

[Noisemaker]: Até pouco tempo quando ouvi-se falar em destino gay ficávamos apenas em Rio e São Paulo. Hoje Santa Catarina aponta como grande pólo de turismo desse público. Como você vem fazendo parte dessa construção, por que o estado tornou-se tão interessante para os olhos dos empresários e principalmente público?

[Felipe]: Quem conhece Florianópolis sabe que o paraíso é aqui.  Moro pouco menos de um ano e não saiu de jeito maneira. É quase impossível não se apaixonar. Temos uma variedade de lindas praias, entretenimento e ótimos restaurantes. 

[Noisemaker]: Mesmo que internamente todo o DJ tem objetivo de carreira, qual é o seu?

[Felipe]: Minha meta mais próxima é produzir minhas próprias músicas e futuramente ser reconhecido mundialmente.

[Noisemaker]: Como você faz a construção dos teus sets? Existe uma mesma linha que você siga nas apresentações?

[Felipe]: Eu gosto de música boa, independente o estilo. Lógico, nem todas posso usar nem um set ou apresentação. Existem lugares que um estilo predomina, aí já sei o que vou tocar. Lugares novos é sempre um desafio, você tem que sentir a energia da pista e respeitá-los.

[Noisemaker]: Qual DJ da cena nacional e internacional você se identifica?

[Felipe]: Felipe Lira. Eu gosto muito da energia e a paixão com que ele toca. Internacional, Tommy Trash.

[Noisemaker]: Você como local, o que indicaria conhecer - falando de noite e dia - em Santa Catarina? Quais são as festas que não posso perder? 

[Felipe]: Balneário Camboriú é conhecida como a “Ibiza” brasileira. Indico o Green Valley, Warung e Dled que são sempre impecáveis. Um pouco mais adentro, em Blumenau, tem a Fly Music Club, a casa é linda e tem uma enorme piscina.  Em Novembro acontece o Dream Valley Festival, em Penha, vale muito à pena conferir. Em Floripa, temos a Concorde, P12 e as famosas festas da The Week, que não podem se deixar passar batidas. 

Foto: Kellen Vianna.

Com essas dicas anotadas em breve traremos outros nomes bacanas que estão bombando aqui em Santa Catarina. Colocaremos a cara no sol, ou na pista, que seja. E obvio, não deixaremos de acompanhar Felipe, nosso novo querido. Ficou curioso para conhecer um dos seus sets? Então, clique no play e divirta-se!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Marlon Teixeira estrela campanha de inverno da marca de calçados Democrata

Inspirada pelo clima rústico da Serra da Canastra, em Minas Gerais, a Democrata lança sua coleção de inverno – sim, amiguinhos logo ele está por ai e aqui você já fica sabendo as novidades.

Com campanha estrelada pelo modelo catarinense Marlon Teixeira, a marca - uma das maiores indústrias de calçados masculinos - aposta nas botas e coturnos produzidos em diferentes tipos de couro. Os calçados surgem em cinza, musgo, preto e café e trazem aspecto estonado com acabamento manual e pinturas especiais.


Clicada por Jacques Dequeker a campanha de inverno 2015 da Democrata ainda traz os modelos Filipe Chaves e Pedro Senger.





Snaps Fanzine: Meninos ao natural - Projeto do fotografo Gianfranco Briceño

O Noisemaker desde o inicio sempre abriu espaço para fotógrafos bacanas que trouxessem projetos sensuais, sem serem vulgar. Infelizmente deixamos essa vertente de lado, sem explicação. Mas agora estamos voltamos com esse espaço. 

E para começar muito bem fomos pesquisar novidades, nessa procura conhecemos o trabalho do fotografo peruano radicado no Brasil, Gianfranco Briceño, que produz a Snaps Fanzine

Sempre com olhar apurado, o material (de muito bom gosto) traz belos meninos em registro íntimo e artístico. Gianfranco, que assina editoriais para todas as revistas especializadas em moda, criou o projeto em 2013 com inspiração nos antigos libretos homoeróticos. 

A Snaps Fanzine - que está chegando a sua terceira edição - é repleta de cuidados e a cada publicação conta com muitas novidades, sejam intervenções artísticas e nos editorias. Mesclando técnicas de filme analógico, fotografia digital e polaroids os belos meninos - esses modelos e amigos do fotografo – estão ao natural, eróticos e repletos de poesia. 

E para conhecer mais sobre esse belíssimo trabalho o Noisemaker conversou com o idealizador da Snaps, Gianfranco Briceño.


[Noisemaker]: Quando e por que nasceu a vontade de criar a Snaps Fanzine?

[Gianfranco]: Fotografo moda faz muitos anos já, e sempre fiz muitas matérias e editoriais masculinos; o resultado sempre me deixava bem feliz. Aos poucos fui convidando amigos, conhecidos, modelos para fazer ensaios nus; mas era algo que eu sempre fazia apenas para mim, colocava algumas fotos no meu tumblr e ficava naquilo; mas sempre as pessoas me perguntavam o que eu ia fazer com essas fotos, se eu ia expor, ou produzir algum livro. Um dia, no final de 2013 resolvi que ia fazer uma publicação pequena, fazer fotos inéditas de uns amigos que eu sempre quis fotografar, e eu ia distribuir entre alguns amigos. Mas enfim, logo no começo o projeto tomou proporções bem grandes, muita gente queria adquirir, queria saber que publicação era essa e tal, o resto é historia.

[Noisemaker]: Você é um requisitado fotografo de moda, o Snaps Fanzine te influência nesses trabalhos? 

[Gianfranco]: Na verdade não. Quando fotografo uma campanha ou um editorial de moda, tem um cliente ou um público para o qual você tem que mostrar uma coleção, ou uma tendência de moda, existe toda uma equipe por trás que faz tudo acontecer do jeito que foi idealizado. Quando eu fotografo algum menino para o Snaps é num clima bem mais intimista, não tem equipe nenhuma, apenas eu fotografando, e eu gosto de fotografá-los nas suas próprias casas, nos seus ambientes, para tudo fluir de uma forma mais natural. Ao final a pessoa está ali pelada na frente da minha câmera, mas nem sempre é muito fácil como parece.

[Noisemaker]: Quais são os fotógrafos que te inspiram?

[Gianfranco]: Tem uma geração nova bem legal que eu curto: Peter de Potter, Brett Lloyd, Matt Lambert, Slava Mogutin, entre outros.

[Noisemaker]: Hoje somos bombados nas revistas por corpos sarados, alguns muito modificados pelo photoshop. E você traz um trabalho natural. Procurou essa estética de propósito? 

[Gianfranco]: Essa estética eu trouxe do meu trabalho com moda, por mais paradoxal que pareça, eu sempre quero que tudo fique com um ar mais realista, mais natural, com a luz existente naquele momento; já briguei muito com clientes de moda por pedir para pesar no photoshop, ou algo assim. Mas enfim, isso faz parte do mercado de moda, no Snaps eu tenho essa liberdade de deixar tudo o mais natural possível.


[Noisemaker]: O brasileiro sente certa resistência em ver um belo homem pelado, acredita que realizando trabalhos como o seu esse preconceito ou até mesmo "intolerância" possa diminuir?

[Gianfranco]: O homem tem um órgão sexual exposto, diferente da mulher, isso causa enorme reboliço, eu nunca tinha pensado muito ao respeito até começar esse projeto. Eu não sei se com o Snaps esse preconceito todo diminuiu, mas de fato existe um buraco enorme nesse tipo de publicações no Brasil. Os seguidores do fanzine são fieis, sempre querem saber da próxima edição, dos modelos, estarem por dentro do projeto.

[Noisemaker]: É difícil despir e deixar à vontade esses belos rapazes para as fotos?

[Gianfranco]: Na maioria das vezes não. Quando convido os meninos para fotografar já sei algo da vida deles, alguns são amigos, conhecidos, ou amigos de amigos.

[Noisemaker]: Não pensa num futuro ampliar o projeto e fazer trimestralmente? 

[Gianfranco]: Por enquanto não. Esse é um projeto que dá muito trabalho, desde que começo a fotografar até enviar os fanzines para quem investiu e adquiriu os exemplares exsite um longo caminho de uns 4/5 meses de trabalho. Eu só tenho dois braços aliados, o Eduardo Viveiros que é o curador das imagens, ele me ajuda a fazer a edição dos ensaios, quais fotos entram, quais não; e o Guilherme Falcão que faz a parte gráfica, diagrama e projeto visual do fanzine.


[Noisemaker]: Como você vem sentindo a aceitação do público com o projeto?

[Gianfranco]: É incrível! Como disse, na primeira edição a ideia era só fotografar uma turma de amigos e divulgar isso num público bem restrito, mas o fanzine cresceu e atingiu muitos seguidores no Brasil e no resto do mundo.

[Noisemaker]: A segunda edição você trouxe algumas novidades e nessa terceira, o que publico pode esperar de novo? 

[Gianfranco]: Graficamente essa edição muda muito. Vamos investir em alguns acabamentos mais nobres na impressão, e terá o ilustrador Arthur Marques, que vai trazer intervenções nas fotos baseadas na cultural urbana de São Paulo.

[Noisemaker]: Já está pensando na quarta?

[Gianfranco]: Bem por alto, quero que tenha mais diversidade, outros biótipos, o público tem pedido muito isso e é uma coisa que eu queria oferecer para eles.


E a próxima edição pode ser adquirida através do sistema Catarse, site que promove o investimento colaborativo, para idéias saírem do papel. Para mais informações acesse: http://www.catarse.me/pt/snapsfanzine3

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Inspirada pelas ruas de Seattle, Mandi lança sua coleção de inverno 2015

O street style nada mais é do que a moda que vem das ruas, das cidades, dos indivíduos, independente de classe social, cultura ou etnia, e não das marcas ou semanas de moda. E esse tem sido o assunto mais comentado dos últimos quatro anos. Para vocês entenderem, antes as tendências eram lançadas nas semanas de moda e chegavam aos consumidores finais (eu, você). Hoje os coolhunters (no português “caçadores de tendências”) procuram nas ruas o que vai explodir nas passarelas.

E dentro desse universo, a Mandi foi buscar nas ruas de Seattle, nos Estados Unidos, a inspiração para sua coleção de inverno 2015. Dessa viagem a marca traz como referências a cena artística, o rock, e os esportes tradicionais dessa estação.

Com uma cartela de cores que traz como destaque os vários tons de azul, assim como o verde e roxo, a Mandi aposta nas modelagens do jeans, como o extremo relaxed – com pontos de ajuste – e as calças skinny.

A campanha é estrelada por top Arthur Sales, ao lado de Priscila Uchoa e Rhuan Favoretto, clicados pelas lentes de Tavinho Costa. As peças chegam às lojas da marca a partir de março. < www.mandi.net >

Leo Janeiro e Lucas Arr lançam o single "Grain" e o Noisemaker foi saber sobre essa novidade

O DJ e produtor carioca Leo Janeiro é um velho parceiro desse blog, como bons amigos que somos não poderíamos deixar de prestigiar o seu novo lançamento. Leo acaba de disponibilizar na internet a faixa “Grain” em parceria com Lucas Arr.

Por curtimos “esse parça” acompanhamos há muito tempo sua carreira, Leo hoje responde pela residência do festival MOB, Warung Beach Club e Beehive Club, além de produzir sua própria festa, a Bootleg no Rio de Janeiro, e é um dos DJs mais influentes da cena eletrônica. Já Lucas Arr é um nomes da nova geração que está super bem falado no Brasil e no exterior.

Noisemaker foi conversar com Leo sobre esse lançamento e saber as novidades para 2015.


[Noisemaker]: Quando nasceu a vontade de criar "Grain" com o Lucas Arr?

[Leo Janeiro]: O Lucas é um novo talento, nos conhecemos ocasionalmente e pensamos em fazer algo juntos, curti a parceria pois é um cara muito bacana com um grande futuro pela frente.

[NM]: Quais foram as referências que procuram para criar "Grain"? 

[Leo Janeiro]: Na verdade cada um colabora com ideias, eu tenho mais tempo de pista e tenho diversas influências musicais e o Lucas traz algo de novo dentro desta parceria, acho normal ter referencias de ambos, a mistura é ótima!

[Noisemaker]: 2014 foi um ótimo ano repleto de ótimos acontecimentos na sua carreira. Com destaque para o lançamento do seu primeiro álbum - "First Time", seu álbum de estréia, é uma perfeita combinação da House Music e suas vertentes e um flerte com o Techno. Pensa numa continuação?

[Leo Janeiro]: Eu estou trabalhando com muita gente atualmente, alguns que admiro muito, em 2014 fiz parcerias com o Tapesh, Volkoder, Do Santos e agora o Sonic Future. Estou-me re-descobrindo, pois depois de muito tempo curto ficar fazendo isso. Agora eu to pensando em mais alguns EPs e talvez se tudo der certo um álbum.

Aqui você pode ouvir um preview de “Grain” e a faixa completa você encontra no site Beatport: https://pro.beatport.com/release/grain/1456946 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Qual o futuro da EDM? Será o Deep House seu substituto?

O futuro da EDM (Electronic dance music)? Não podemos responder isso precisamente, mas sua fase está passando. O público cansou, está na hora de mudar. Não é de hoje que a música passa por ciclos e, claro, isso também acontece na música eletrônica. 

Já tivemos a fase do Dubstep, do Techno, do Acid House, do Trance, do Drum&Bass... Não que elas deixam de existir, mas retornam para o universo underground e quem sabe retornam modificadas e prontas para cair nas grandes pistas do mundo. E pelo que estamos ouvindo o novo caminho dos produtores é o Deep House. Prova disso, são os grandes produtores aderindo o estilo em suas produções. 

David Guetta, rei das multidões, foi um que absorveu as características do ritmo para uma das faixas de seu último álbum, “Listen”. A produção em questão alcançou o primeiro lugar do gênero no site Beatport. 


Tiësto é outro que já soltou o verbo sobre o possível fim da EDM, "é difícil prever, e eu tento não me preocupar com isso. EDM era um termo que englobava tudo que era música eletrônica, mas agora significa tudo que você não deve tocar. Tornou-se o novo trance. A EDM ficou popular, e agora estamos todos curtindo deep house. E em breve estaremos cansados disso”.

Steve Aoki revelou a Mixmag que também vai começar a lançar deep house, mas já garantiu que se trata de um projeto paralelo que inclusive terá outro nome, justamente para não misturar com sua marca já consolidada.


É engraçado você pensar que o deep house está chegando às grandes massas, uma vez que sua definição aponte para algo não muito divulgado e era tocado em poucos lugares.

Os produtores do álbum “The Pinkprint” da Nicki Minaj, lançado em dezembro de 2014, também foram beber dessa “nova” fonte. “Truffle Butter” traz um sample da música “What They Say”, faixa de 2010 de Maya Jone Coles. Em seu facebook Maya declarou, “É uma honra ter pessoas de cenas completamente diferentes querem experimentar uma das minhas produções.”



E nem a rainha do pop fugiu dessa. Diplo, um dos produtores do próximo álbum da Madonna, “Rebel Heart” - que será lançado oficialmente no dia 10 de março -, absorveu as batidas do deep no single “Living For Love”. Diplo nessa faixa saiu do confortável “twerk-tastic”, ou seja, as batidas do nosso funk e apresenta uma música deliciosa.


O deep house está explodindo”, disse Guetta na Billboard, já o DJ e produtor Laidback Luke sugeriu que esse é o início de um gênero intermediário, o “Future House”.