sexta-feira, 27 de março de 2015

Volto já!

O Noisemaker vai dar uma pequena pausa, mas retornamos no dia 7 de abril. Para ninguém ficar com saudade, não deixe de acessar nosso conteúdo. 

Aqui algumas dicas:
  • A super entrevista com o DJ Felipe Lira (aqui)
  • Se você for curtir o Lollapalooza, não deixe de ver nosso guia (aqui)
  • Precisando mudar o corte de cabelo. O Noisemaker separou algumas tendências desse outono/inverno (aqui)
Além disso, veja nossas outras dicas de moda, música e festas!

Música da semana: "Younger" com remix do duo Boeoes Kaelstigen

Originalmente lançada em novembro de 2013, a faixa "Younger" foi o primeiro single da cantora sueca Seinabo Sey. O bacana que suas influências são nomes como CeeLo Green, Alicia Keys, Usher e Beyoncé. E seu primeiro produtor foi Magnus Lidehäll, que já trabalhou com Britney Spears e Kylie Minogue. Talvez esse forte interesse pela música pop seja pela pouca idade, ela tem apenas 24 anos.


Mas a versão que o Noisemaker mais ouviu essa semana foi produzida pelo Boeoes Kaelstigen, formado pela dupla sueca Leo Nathorst-Böös e Tor Rauden Källstigen. Deliciosa!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Vitrine: Óculos de sol deixarão seu outono/inverno mais moderno e elegante

Seja no verão ou inverno óculos de sol são extremamente importantes para a saúde da visão, já que são a parte mais exposta do corpo e que recebem muita luz. E não pense você que precisa usá-los quando for dia ensolarado, segundo o médico José Fabiano Menezes,  “a exposição não precisa ser direta, já que um dos grandes vilões é o reflexo do sol sobre superfícies, como mar, praia e piscina”.  Todo cuidado é pouco. E eles acabam sendo um ótimo acessório para deixar seu look ainda mais bacana. 

Pensando na sua saúde e estilo o Noisemaker selecionou alguns óculos de sol que foram lançados para esse outono/inverno.


Introduzidos em 1956 pela Ray-Ban o Wayfarer é um dos mais clássicos no mundo fashion. Esse modelo já foi copiado, reinventado por inúmeras marcas. Seu design foi considerado um dos mais inovadores na década de 50, já que antes óculos de sol só eram produzidos com metais de liga leve. O bacana que hoje os vemos em diversos materiais, como é caso dos em madeira. 



E novamente os óculos de sol com armação redonda estão virando febre. Como não nos lembramos dos John Lennon? Mas na verdade as armações redondas foram muito usadas nos anos 20 e 30, foi também nessa época que os óculos de sol passaram a ser mais acessíveis e com isso mais desejáveis pelo grande público. 


E mais uma vez foram dois personagens dos Beatles que imortalizaram esse clássico modelo, Paul McCartney e Ringo Starr eram fãs dos óculos de sol tipo aviador nos anos 60. Mas na verdade eles foram desenvolvidos na década de 30 com objetivo de serem usados por pilotos para protegerem os olhos.


Os fashionistas batizaram esse modelo D-frame, ou lente em D, já que seu desenho remete a essa letra. Ele é um dos mais recentes no mercado e foi desenvolvido graças às novas tecnologias utilizadas na fabricação de armações para óculos. 


ONDE ENCONTRAR:

Promessa do electro pop francês, o duo Maestro lança primeiro álbum

Hoje o Noisemaker saiu um pouco da zona de conforto e foi procurar novidades na cena alternativa da música eletrônica as novidades. E logo de cara achamos o duo Maestro, projeto franco-escocês do Mark Kerr e Fred Soulard


Se você curte de sintetizadores sombrios, profundos, vozes baixas e psicodélicas com toda certeza ficará fã desses caras. Na verdade a viagem deles nem é tão estranha como pode soar minhas palavras. As produções são gostosinhas misturas electro pop, porém correndo para um lado bem mais industrial da parada. 

Frederic é responsável pelas produções, já que foi um requisitado engenheiro de som, já Kerr é a voz. Nascido e criado em Glasgow, Kerr foi baterista praticamente a vida toda, mas ao cair no projeto Maestro deixou de lado as baquetas e revelou-se um ótimo cantor e compositor.

Mas por que Maestro? “Porque não se se pode fazer música ruim com um nome como este, isso ajuda a nos manter no caminho certo. E maestro e também é usado na esgrima. Então, de vez em quando nós saímos com nossas espadas para um duelo para ver quem está a ser o MAESTRO daquele dia”, declararam para a TeenZ Fm.

A primeira aparição aconteceu em 2010 com o EP “A War Zone” lançado pela gravadora Tigersushi – uma das que mais aposta nessa cena alternativa. 


E ano passado eles voltaram aos holofotes com “Mechant” e seu mais recente lançamento foi à produção “Thriller Killer”, duas faixas do primeiro álbum, “Mountains Of Madness”, que foi divulgado no último dia 16 de março.


Um ponto muito importante para a carreira deles foi o remix da faixa “Timbuck” assinada pela banda britânica The Horrors.


Obviamente ter uma produção com aval de um grupo comercial ajuda bastante, mas Maestro por si só já tem feito um ótimo trabalho, tanto que esse primeiro álbum é visto como uma das promessas da cena eletrônica na França.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Lollapalooza Brasil: A dupla Victor Ruiz e Any Mello é apenas um dos nomes imperdíveis do palco Perry

Faltando apenas 3 dias para o Lollapalooza Brasil o Noisemaker não poderia de dar essa super dica: você não pode de jeito nenhum perder a apresentação da dupla Victor Ruiz e Any Mello. Música eletrônica NACIONAL, muito importante esse detalhe, com muita qualidade. 


Conhecidos pelas faixas “I Look Into You”, “Take a Nap”, “The Riddler”, o produtor e DJ Victor Ruiz traz para esse casal multifacetado produções obscuras e extremamente interessantes. Já Any Mello é responsável por toda a parte visual das apresentações. Casamento para lá de bacana!

Victor possui quase que os dois pés no tecnho com doses cavalares de house e deep house. O menino bom esse! Tanto que já foi elogiado por inúmeros nomes importantes do cenário como D-Nox, Amine Edge e Boris Brejcha. 

E como Victor já mencionou em algumas entrevistas, o projeto áudio-visual tem ficado cada vez mais interessante e aprimorado. Tenho certeza esse será uma das grandes apresentações do Lollapalooza Brasil - eles estarão no festival no segundo dia (29.03) a partir das 14:15 no Palco Perry.


Na verdade meus olhos logo foram para todo o line up que estará rolando na tenda eletrônica, que recebe esse nome em homenagem ao criador do festival, Perry Farrell.

A dica é chegar cedo nesse mesmo dia para assistir aos caras do Chemical Surf, formado pelos irmãos Lucas e Hugo Sanches. A dupla é tão boa que emplacaram a produção “Walking Back” em décima posição no TOP100 do Beatport. Tech-house de excelente qualidade. 


Não vou nem comentar que é deles, em parceria com Sharam Jey e Illusionize, uma das faixas que mais amo! “Bass”.


Mas falando de sábado (28.03), quando o evento começa, encerrando esse espaço terá a super apresentação do Major Prazer. Vale mais uma vez se programar e chegar cedo para assistir o set do Vintage Club, projeto do Lukas Ruiz. Outro mega talento da cena. 


Esse merece lugar ao sol com certeza, já que conquistou as pistas mais importantes do mundo em menos de um ano. Leiam-se apresentações no Egito, França, Rússia, África do Sul, Inglaterra, Sri Lanka, Canadá, Ibiza, Turquia, Taiti, Austrália e claro não podemos esquecer os clubs mais importantes do Brasil.

Sua mais recente aparição foi no Warung Day Festival, que aconteceu em Curitiba no último final de semana. Seu set mais uma vez foi muito bem falado.


Não desmerecendo todo o evento, mas eu colaria minha cadeira e minha cerveja gelada no Palco Perry. Ainda vai rolar Anna, Ritmo Machine, Fatnotronic, enfim, só nome de peso.


  • Não esquecer um bom filtro solar, boné ou chapéu, e óculos de sol. Eles serão essenciais, vai por mim.
  • Será proibido a entrada de garrafas, latas, bebidas, objetos pontiagudos, cortantes, perfumes e objetos de vidro.
  • Não queira levar seu gato, cachorro, coelho, elefante – exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência visual.
  • O famoso pau-de-selfie será proibido. Nem adianta chorar, você viveu sem aquilo até pouco tempo. Aguenta filha.


Pensando nas grandes filas que esses festivais acabam criando, o Lollapalooza lança o Lolla Mangos, a moeda oficial do evento. Cada Mango valerá R$ 2,50. A moeda poderá ser utilizada para a compra de comida no Chef Stage e nos Food Trucks, além de bebidas dentro do Autódromo. Para ter acesso aos mangos, precisa fazer um cadastro no site www.lollamangos.com.br

Uma noticia de última hora, a banda irlandesa Kodaline – que até lançou um single esses dias – infelizmente por problemas com a emissão dos vistos não conseguirá participar do evento. No lugar entra Marcelo D2.

*Fotos: Divulgação

Após ficar quase um ano sem novidades o trio britânico Nero retorna a cena

Após ficar em silêncio por quase um ano o trio britânico Nero divulgou a faixa “The Thrill” e essa não é a única boa noticia, pois segundo a gravadora MTA Records ainda em 2015 sai um novo álbum.


Acredito que essas pausas sejam bem corriqueiras, tomando como principio que Dan Stephens, Joe Ray e vocalista Alana Watson lançaram o primeiro single da carreira em 2009, mas o álbum “Welcome Reality” saiu apenas em 2011. Eles ficaram mundialmente conhecidos por misturar dubstep com elementos do drum and bass, do house e em algumas produções boas doses de synth-pop.


Infelizmente não vamos conseguir dizer a data certa para o segundo álbum, mas duas grandes apresentações estão programadas agora para o primeiro semestre do ano. A primeira no Coachella, que acontece nos dias 10, 11, 12 e 17,18 e 19 de abril na Califórnia e a segunda aparição será no Lollapalooza de Chicago, programado para o final de julho.

O jeito será aguardar as cenas dos próximos capítulos e rezar para que esse novo álbum seja revelado o mais rápido possível.

Por onde andará a banda GusGus e a cantora dinamarquesa Ane Brun?

Como havíamos prometido o Noisemaker está aos poucos atualizando o que aconteceu na carreira de muitos grupos que já passaram aqui no site. E hoje é a vez da banda islandesa GusGus. Eles estiveram “aqui” com a gente em 2012, um ano depois te terem lançado o álbum “Arabian Horse”.


Bem, em junho de 2014 teve mais um novo projeto na praça, “México”. Esse é o novo álbum do grupo – terceiro pela gravadora Kompakt - ainda conduzido pelos membros originais Daniel Ágúst Haraldsson, Birgir Thórarinsson, e Stephan Stephensen, juntamente com o então novo integrante Högni Egilsson.

Como O GusGus já existe desde 1995, podemos dizer que passaram por diversas fases da música eletrônica. E por isso absorveram suas inúmeras vertentes para compor seus álbuns. Hora progressivo outras tech house e electro house. E “México” não nega essa miscelânea de influencias. 


Arabian Horse” possuía uma veia bem mais comercial e foi um dos álbuns mais vendidos do grupo. Em “México”, nome que nasceu, segundo Daníel Ágúst Haraldsson, como uma metáfora de “indo para o oeste” já que seres humanos tendem a ir direção oeste, eles comprovam que são capazes de irem a frente do seu tempo e revelam faixas incríveis, como é o caso de “Crossfade”. O belo vocal lembra a fase "Flawless (Go to the City)" de George Michael.


O mesmo acontece em “Airwaves”, que, quase, mostra ao público: pista e música para se dançar não precisa ser única e exclusivamente repleta de barulhos, mas sim o casamento de inúmeras texturas muito bem orquestradas onde o vocal é o fio condutor. A faixa, uma das mais deliciosas desse álbum. Nasceu pronta para ser um sucesso.


GusGus mais uma vez prova do que é capaz e principalmente reconhece ao mundo que a Islândia pode romper as distancias e mostrar que não é apenas Björk que representa a boa música eletrônica local. 


Agora partimos para Estocolmo onde conhecemos em 2012 - aqui - o talento da cantora, na verdade dinamarquesa, Ane Brun. Ela divulgou no inicio de março o single “Directions”, que fará parte de seu álbum com previsão de sair ainda em 2015.


Diferente das faixas que antecedem essa, Ane buscou como referência o trip-hop, em entrevista ao site The 405 revelou, “a faixa é inspirada pelos artistas que ou ouvia nos meus vinte anos como Massive Attack, Portishead, Red Snapper. Espero que a música faça as pessoas se sentirem poderosas e com vontade de dançar! Porque dançar nos faz feliz e se nós estamos felizes seremos mais gentis com nós mesmos e uns aos outros e é disso que o mundo está precisando agora, de bondade e de dançar!


Pouco se sabe sobre o novo álbum, sem data de lançamento ou titulo, muito menos quais serão as influencias da cantora. Mas “Directions” já é um ótimo sinal que boa coisa deve surgir durante 2015. Vamos acompanhar...

terça-feira, 24 de março de 2015

Jazz, música clássica isso tudo pode ser também música eletrônica, por que não?

Desde que comecei a me interessar por música eletrônica sempre gostei das sensações que ela poderia criar no ser humano. Excitação, alegria, emoção foram sentimentos que fizeram parte da minha ligação ao gênero. Tive comprovação mais nítida disso ao afundar de cabeça no trance e depois ao conhecer o trabalho do Goldfish, projeto dos sul africano Dominic Peters e David Poole, que corre para o downtempo e nu jazz.


Essa dupla mistura elementos da música eletrônica como contrabaixo, saxofones, teclados, flauta e cria uma verdadeira viagem melódica incrivelmente criativa. Não vou recordar o ano que os assisti ao vivo, mas confesso que foi uma das melhores experiências que tive. A apresentação fica mais deliciosa graças ao live act com inúmeros instrumentos tocados ao vivo.


Com cinco álbuns lançados a ascensão do Goldfish foi meteórica. Eles de cara chamaram a atenção pelo som diferenciado que apresentavam. As produções de Dominic Peters e David Poole soam como verdadeiras sinfonias. E bobo seria dizer que não animadas. 


E em 2010 com o single "Mozart's House" vimos surgir um projeto tão delicioso quanto. Estou falando dos ingleses do Clean Bandit, que esse ano recebeu um Grammy na categoria Melhor Gravação Dance.


É quase impossível você ter ouvido “Rather Be”, faixa em parceria com a cantora Jess Glynne. Essa é uma das musicas mais tocas nos últimos meses. 


E seu primeiro álbum, “New Eyes” lançado em maio de 2014, vai além dessa faixa e prova que a música eletrônica pode ser muito mais que “tuns tuns”, como alguns costumam dizer. Como bem propõe o titulo, é um novo olhar para a música. Sendo ela capaz de se misturar com diversas outras vertentes. 


Ah e olha que bacana, o Goldfish se apresentará na edição Open Air do Festival Music Motion, que acontece dia 11 de abril a partir das 14h, no Memorial da América Latina, Em São Paulo. Todas as informações aqui www.facebook.com/MusicMovesSP

Irreverente como sempre, Sergio K lança coleção de inverno 2015

E quem disse que o outono/inverno precisa ser escuro, sóbrio? Até mesmo essas duas estações precisam ser coloridas. E com essa proposta que a Sergio K lança sua nova coleção. Diferente das marcas que vimos até agora, Sergio Kamalakian aposta num verdadeiro arco-íris. Suas calças em cores fortes, como o laranja, verde e azul Royal, serão o must have dessa estação. 


Outra preocupação da marca é quanto à modelagem das peças. Fundamental para atender as necessidades de seus clientes. Um salve para os moletons que ganharam aplicações e recortes modernos.


As linhas “Rehab”, “Selfie” e “Judge”, carros chefes da grife, não foram esquecidas, assim como os controversos personagens, como Britney Spears, Michael Jackson e Bob Marley, se fazem presente nas araras.


Outro ponto forte da nova coleção são os jeans que valorizam o corpo masculino. Na versão outono/inverno eles e ganharam lavanderias diferenciadas. 


Para essa estação a marca cria peças coesas que não deixam seu irreverente DNA de lado. Sergio Kamalakian como ninguém entende seu publico alvo, esse muitas vezes chamado de “coxinha”, principalmente pelo lado alinhado que aposta. Mas seu lado criativo faz da Sergio K ser uma das grifes mais bacanas quando pensamos em moda masculina.

Uma das coisas que sempre me fascinaram na Sergio K foram sua irreverência. Ando vendo a moda masculina brasileira tão chata. O politicamente correto tem me cansado, e muito. Sergio Kamalakian sempre andou numa corda bamba entre o engraçado e o polêmico.

Veja Jeremy Scott que desde 2013 está à frente da direção criativa da Moschino. Como não termos na memória seu desfile inspirado no Mc Donalds com estampas de bata frita? A moda também precisa doa boas pitadas de irreverência para sobreviver num mercado tão competitivo.